Parte 15 : Meu ar
.. eu resolvi ligar pra ele, dizer que não aguentava mais ficar longe, que eu o amava. Eu liguei, e ele me atendeu friamente como se eu fosse qualquer uma. Eu fui com minhas palavras certeiras, - Poxa Fê, você quer que eu morra com saudades de você? Quando é que você vai resolver voltar? - Quando você confiar em mim Anica! Você quer mesmo saber quem foi que atendeu meu telefone? e eu suspirei com medo de qualquer que fosse a resposta, mais eu fui em frente. - Claro! - A tal da Samanta que atendeu o telefone, era nada mais nada menos do que minha prima brincando com você. Ela achou que fosse mais uma das meninas que eu ficava na balada e fez oque fez, mais pelo oque eu saiba, ela não falou nada demais. Você não deixou nem eu me explicar e ficou com sua desconfiança. Agora, eu não sei mais de nada. e nisso eu me calei. - Tudo bem Fê, você está mesmo certo. Sabe, quando você achar melhor você vem, ou não. desliguei. Eu fiquei com uma culpa enorme na mente, a desconfiança que eu tive do Fernando, que ele nunca teve de mim.. e por incrível que pareça, ele não me dava motivos pra isso. Eu estava mesmo errada e não iria negar. Depois de dois dias, sem rumo e sem vontade de fazer mais nada, ao saber que a tal Samanta era um alguém sem importância, eu já tinha percebido que tinha perdido o Fê. Mais, aquele amor todo não poderia acabar assim, eu não queria e não iria deixar. Enquanto eu pensava em mil coisas, pra voltar atrás do meu erro, o Fê bateu na minha porta e eu abri. Ficamos um olhando pra cara do outro com aquele olhar de quem já não se via há anos, e pra mim era isso que tava acontecendo. Ele olhou certeiro pra mim e disse, - Eu, voltei pra você. pulei em cima dele e comecei a abraçar e beijar, como a primeira vez. Eu já não aguentava mais, ter que ficar longe dele, acredito que ele também estava sentindo o mesmo ao meu respeito. Estava tudo tão lindo e colorido, fomos pro meu quarto fazer com que a noite ficasse ainda mais linda, do que já estava. Coisas mágicas aconteceram e parecia que tudo estava sumindo ao nosso redor e só existia, duas pessoas no mundo.. eu e ele. O jeito que o Fê me toca, parece que é como se estivesse levitando, voando.. não sei nem explicar. A nossa briguinha só serviu mesmo pra fortalecer nossa relação. No dia seguinte, eu continuei a procurar emprego e o Fê foi fazer umas coisas. Fui na casa da Meliça ver se ela tinha alguma boa nova pra me contar e não é que tinha mesmo? Mais não era uma coisa boa, nem de perto. Ela me contou que tinha visto o Maurício perto do meu prédio, como se estivesse querendo saber de alguma coisa e eu fiquei mais assustada do que tudo, até porque eu não queria ver o Maurício nunca mais na minha vida! Eu tentei esquecer aquilo e seguir tudo numa boa. Encontrei com o Fê a noite.. Marcadores: Fim sem Fim
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Qual a razão, porque e quem.
Brasil. Apaixonada pela vida e pela família que tem. Ri de quase tudo, adora brigadeiro e suco de clorofila, odeia injustiça e gente chata. É diferente em todos os sentidos, colaboradora de um blog/site feminista e Auxiliar Administrativa. Já experimentou a faculdade de Psicologia, mas pretende mudar pra Publicidade. Fã do cantor de HipHop e R&B Chris Brown (e por isso o nome do blog ser Sweet Heart, pois é o nome de uma música dele), também apaixonada pela banda de reggae S.O.J.A e torcedora fanática do Flamengo. Baixinha, mas bem baixinha mesmo! Curte todos os tipos de som e leva música aonde quer que ela vá. Ama todos os seus amigos e curte estar com eles, seja pra sorrir ou pra chorar.
Perguntas? Aqui > http://ask.fm/PamelaImprotaOliveira
O blog foi criado para dar espaço as minhas ideias, pensamentos, acontecimentos únicos e exclusivos editados por mim. Tudo o que não for da minha autoria será devidamente creditado.
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Parte 15 : Meu ar
.. eu resolvi ligar pra ele, dizer que não aguentava mais ficar longe, que eu o amava. Eu liguei, e ele me atendeu friamente como se eu fosse qualquer uma. Eu fui com minhas palavras certeiras, - Poxa Fê, você quer que eu morra com saudades de você? Quando é que você vai resolver voltar? - Quando você confiar em mim Anica! Você quer mesmo saber quem foi que atendeu meu telefone? e eu suspirei com medo de qualquer que fosse a resposta, mais eu fui em frente. - Claro! - A tal da Samanta que atendeu o telefone, era nada mais nada menos do que minha prima brincando com você. Ela achou que fosse mais uma das meninas que eu ficava na balada e fez oque fez, mais pelo oque eu saiba, ela não falou nada demais. Você não deixou nem eu me explicar e ficou com sua desconfiança. Agora, eu não sei mais de nada. e nisso eu me calei. - Tudo bem Fê, você está mesmo certo. Sabe, quando você achar melhor você vem, ou não. desliguei. Eu fiquei com uma culpa enorme na mente, a desconfiança que eu tive do Fernando, que ele nunca teve de mim.. e por incrível que pareça, ele não me dava motivos pra isso. Eu estava mesmo errada e não iria negar. Depois de dois dias, sem rumo e sem vontade de fazer mais nada, ao saber que a tal Samanta era um alguém sem importância, eu já tinha percebido que tinha perdido o Fê. Mais, aquele amor todo não poderia acabar assim, eu não queria e não iria deixar. Enquanto eu pensava em mil coisas, pra voltar atrás do meu erro, o Fê bateu na minha porta e eu abri. Ficamos um olhando pra cara do outro com aquele olhar de quem já não se via há anos, e pra mim era isso que tava acontecendo. Ele olhou certeiro pra mim e disse, - Eu, voltei pra você. pulei em cima dele e comecei a abraçar e beijar, como a primeira vez. Eu já não aguentava mais, ter que ficar longe dele, acredito que ele também estava sentindo o mesmo ao meu respeito. Estava tudo tão lindo e colorido, fomos pro meu quarto fazer com que a noite ficasse ainda mais linda, do que já estava. Coisas mágicas aconteceram e parecia que tudo estava sumindo ao nosso redor e só existia, duas pessoas no mundo.. eu e ele. O jeito que o Fê me toca, parece que é como se estivesse levitando, voando.. não sei nem explicar. A nossa briguinha só serviu mesmo pra fortalecer nossa relação. No dia seguinte, eu continuei a procurar emprego e o Fê foi fazer umas coisas. Fui na casa da Meliça ver se ela tinha alguma boa nova pra me contar e não é que tinha mesmo? Mais não era uma coisa boa, nem de perto. Ela me contou que tinha visto o Maurício perto do meu prédio, como se estivesse querendo saber de alguma coisa e eu fiquei mais assustada do que tudo, até porque eu não queria ver o Maurício nunca mais na minha vida! Eu tentei esquecer aquilo e seguir tudo numa boa. Encontrei com o Fê a noite.. Marcadores: Fim sem Fim
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