Parte 4 : Abri os olhos
...e se jogou em cima do Fê e deu um beijo nele. A minha cara era indescritível, a cara de Gi era mais aquela cara de quem estava morrendo de vergonha.. que papelão. Puxamos ela pelo braço e saímos da boate com a cara no chão, a Meliça não falava coisa com coisa, estava sem condições nenhuma de fazer mais nada. Levei ela pra minha casa, todo mundo caiu de sono. Acordamos no outro, com uma super ressaca daquelas, a Meliça agindo como se nada tivesse acontecido. Eu e Gi tratamos ela friamente, pra ela perceber que nós estávamos chateadas com ela. Do nada, ela abriu aquela bendita boca pra dizer - Ontem foi demais né? Só sei, que eu beijei o maior gato daquela boate, aquele mesmo que voce arranjou pra mim, lembra Anica? , eu me segurei pra não dar um tapa na cara dela. - Eu? Eu nao fiz nada, você que saiu agarrando o Fê do nada, me poupe. Ela não se conteve, - Fê? Ah, então esse é o nome do meu gatinho, me passe o numero dele logo, quero marcar o próximo beijo. Minha raiva, subiu com força.. - Não sei numero nenhum de ninguém Meliça, me esqueça! Pare de ficar bebendo,esquecendo que você tem uma vida, e fazendo dessa vida um lixo! Chega Gi e acaba com nossa festinha, manda Meliça ir pra casa e procurar parar de falar besteira. Eu estava ao extremo de raiva dela, eu não entendia como ela podia ser tão inônica, fazer com que tudo pareça a coisa mais normal do mundo, não.. isso não entra na minha cabeça. No outro dia, eu fui pra faculdade e me dei super mal numa prova, também como eu poderia me dar bem, se tive que me stressar o fim de semana inteiro com quem precisa crescer. Resolvi fazer diferente, sai da faculdade e fui tomar um ar na praia. É,de noite na praia, sozinha.. pedindo pra ser roubada, mais não me importava mais. Eu sabia que minha reação ao ver a Meliça beijar o Fê, foi acima do que era pra ser.. eu fiquei com ciúmes, queria arrancar ela de cima dele, infelizmente eu estava morrendo de raiva dela, mais por ela ter feito oque fez com o Fê, do que ter bebido e acabado com a noite. Mais será que ele não gostou de ter beijado ela? Ah, drogas. Resolvi voltar pra casa, quando vejo de longe, alguém sentado na porta do prédio, e nao era o porteiro. Era o Fê.. - Oque cê tá fazendo aqui? Uma hora dessas? eu perguntei, com tranquilidade. - Estava esperando você chegar. Já estava indo embora, estou aqui a três horas esperando. eu me sentei ao lado dele, no meio fio. - Você quer falar alguma coisa comigo? ele abaixou a cabeça, fez ar de quem estava pensando. - Na verdade, eu quero te fazer uma pergunta.. eu fiquei curiosa demais, sempre fui curiosa e prontamente eu respondi que ele poderia perguntar, oque ele quisesse. - Você me deixa, fazer uma coisa? eu não sabia oque era, mais tava doida pra descobrir, deixei. Ele me olhou, chegou mais perto e bem mais perto, como nunca tinha chegado. Em minha cabeça, naquele momento se passaram mil coisas, eu juro que não sabia oque ele iria fazer com aquele olhar que queria dizer muito mais que palavras ou qualquer outro tipo de ação. Ele veio, chegou perto de mim, colocou a mão no meu pescoço e eu me arrepiei de leve.. ele percebeu que esse era meu ponto fraco, mesmo eu me segurando pra não demonstrar nenhuma reação. Depois disso, desceu a mão, para o meu rosto, falou alguma coisa bem baixinho, qual eu não ouvi e perguntei - Hãn? Oque você disse? e ele chegou mais perto de mim, há 2 cm da área de perigo. E ele falou.. Marcadores: Contos, Fim sem Fim, Tudo meu
|
|
Qual a razão, porque e quem.
Brasil. Apaixonada pela vida e pela família que tem. Ri de quase tudo, adora brigadeiro e suco de clorofila, odeia injustiça e gente chata. É diferente em todos os sentidos, colaboradora de um blog/site feminista e Auxiliar Administrativa. Já experimentou a faculdade de Psicologia, mas pretende mudar pra Publicidade. Fã do cantor de HipHop e R&B Chris Brown (e por isso o nome do blog ser Sweet Heart, pois é o nome de uma música dele), também apaixonada pela banda de reggae S.O.J.A e torcedora fanática do Flamengo. Baixinha, mas bem baixinha mesmo! Curte todos os tipos de som e leva música aonde quer que ela vá. Ama todos os seus amigos e curte estar com eles, seja pra sorrir ou pra chorar.
Perguntas? Aqui > http://ask.fm/PamelaImprotaOliveira
O blog foi criado para dar espaço as minhas ideias, pensamentos, acontecimentos únicos e exclusivos editados por mim. Tudo o que não for da minha autoria será devidamente creditado.
Me encontre
Segundo Blog | Twitter | Tumblr | pamelaimprota@hotmail.com
Parte 4 : Abri os olhos
...e se jogou em cima do Fê e deu um beijo nele. A minha cara era indescritível, a cara de Gi era mais aquela cara de quem estava morrendo de vergonha.. que papelão. Puxamos ela pelo braço e saímos da boate com a cara no chão, a Meliça não falava coisa com coisa, estava sem condições nenhuma de fazer mais nada. Levei ela pra minha casa, todo mundo caiu de sono. Acordamos no outro, com uma super ressaca daquelas, a Meliça agindo como se nada tivesse acontecido. Eu e Gi tratamos ela friamente, pra ela perceber que nós estávamos chateadas com ela. Do nada, ela abriu aquela bendita boca pra dizer - Ontem foi demais né? Só sei, que eu beijei o maior gato daquela boate, aquele mesmo que voce arranjou pra mim, lembra Anica? , eu me segurei pra não dar um tapa na cara dela. - Eu? Eu nao fiz nada, você que saiu agarrando o Fê do nada, me poupe. Ela não se conteve, - Fê? Ah, então esse é o nome do meu gatinho, me passe o numero dele logo, quero marcar o próximo beijo. Minha raiva, subiu com força.. - Não sei numero nenhum de ninguém Meliça, me esqueça! Pare de ficar bebendo,esquecendo que você tem uma vida, e fazendo dessa vida um lixo! Chega Gi e acaba com nossa festinha, manda Meliça ir pra casa e procurar parar de falar besteira. Eu estava ao extremo de raiva dela, eu não entendia como ela podia ser tão inônica, fazer com que tudo pareça a coisa mais normal do mundo, não.. isso não entra na minha cabeça. No outro dia, eu fui pra faculdade e me dei super mal numa prova, também como eu poderia me dar bem, se tive que me stressar o fim de semana inteiro com quem precisa crescer. Resolvi fazer diferente, sai da faculdade e fui tomar um ar na praia. É,de noite na praia, sozinha.. pedindo pra ser roubada, mais não me importava mais. Eu sabia que minha reação ao ver a Meliça beijar o Fê, foi acima do que era pra ser.. eu fiquei com ciúmes, queria arrancar ela de cima dele, infelizmente eu estava morrendo de raiva dela, mais por ela ter feito oque fez com o Fê, do que ter bebido e acabado com a noite. Mais será que ele não gostou de ter beijado ela? Ah, drogas. Resolvi voltar pra casa, quando vejo de longe, alguém sentado na porta do prédio, e nao era o porteiro. Era o Fê.. - Oque cê tá fazendo aqui? Uma hora dessas? eu perguntei, com tranquilidade. - Estava esperando você chegar. Já estava indo embora, estou aqui a três horas esperando. eu me sentei ao lado dele, no meio fio. - Você quer falar alguma coisa comigo? ele abaixou a cabeça, fez ar de quem estava pensando. - Na verdade, eu quero te fazer uma pergunta.. eu fiquei curiosa demais, sempre fui curiosa e prontamente eu respondi que ele poderia perguntar, oque ele quisesse. - Você me deixa, fazer uma coisa? eu não sabia oque era, mais tava doida pra descobrir, deixei. Ele me olhou, chegou mais perto e bem mais perto, como nunca tinha chegado. Em minha cabeça, naquele momento se passaram mil coisas, eu juro que não sabia oque ele iria fazer com aquele olhar que queria dizer muito mais que palavras ou qualquer outro tipo de ação. Ele veio, chegou perto de mim, colocou a mão no meu pescoço e eu me arrepiei de leve.. ele percebeu que esse era meu ponto fraco, mesmo eu me segurando pra não demonstrar nenhuma reação. Depois disso, desceu a mão, para o meu rosto, falou alguma coisa bem baixinho, qual eu não ouvi e perguntei - Hãn? Oque você disse? e ele chegou mais perto de mim, há 2 cm da área de perigo. E ele falou.. Marcadores: Contos, Fim sem Fim, Tudo meu
Older Post | Newer Post
|