Parte 8 : Se não fosse você
.. pegando um envelope. Eu me aproximei e contei pra ela, que a Gi tinha morrido.. ela começou a chorar e se desesperou. Por pura sorte ou talvez não, ela estava no mesmo hospital que tinha acontecido o fato, então ela poderia ir ver a Gi. Conversei com ela, contei tudo, detalhes e mais detalhes, e ela lamentou demais. Mais, oque poderia ser aquele envelope que ela tinha ido pegar? Minha curiosidade não se conteve e eu perguntei pra ela, oque era. Meio nervosa, ela disse, - Nada, nada demais. Exames de rotina, apenas isso. e eu não achei que ela estava falando a verdade. - Meliça, você nunca me escondeu nada.. e todos os probleminhas que passamos ja foram resolvidos, então pra quê mentir? Eu sei, que você não iria fazer exames sem que fosse algo serio. Ela, olhou pros lados e viu que não teria saída a não ser me contar. - Olhe Anica, o negocio é o seguinte.. eu, fiz um teste pra saber se eu estava com Aids.. mesmo sabendo que não, eu resolvi fazer, eu peguei muitos carinhas nas baladas, nunca se sabe. Eu aprovei a atitude dela, pois uma pessoa que pega todos, tem mesmo que ter uma pulga enorme atrás da orelha. Abrimos o exame juntas e estava lá o resultado, deu negativo, ainda bem! Meliça pulou de alegria e agiu como se não tivesse surpresa, mais na verdade ela estava mesmo era com um medo danado, de ter dado positivo. Saímos juntas do hospital, aquele lugar só me trazia más recordações. Mais dois meses se passaram, a dor da perda da minha amiga era grande demais ainda, pra que eu pudesse ter superado. A Meliça estava ao meu lado em alguns momentos, tentando tirar um pouco da minha tristeza. O Fê, tinha sumido.. eu sabia que isso não iria dar mesmo certo, estava perfeito demais.. ele me deixou, é. Quando eu pensava que tudo estava perdido, ele me ligou e, - Meu Deus! Que bom estar ouvindo a sua voz de novo.. eu nem sei explicar o tamanho da saudade que eu estava aqui, como você está? Preciso te ver. Eu não esperava todo esse amor assim, mais na verdade eu estava louca pra correr pra ele, mais tentei ser durona.. - Oi Fê. Você sumiu mesmo não é? É, também estou com saudades de você. Ele ficou calado no telefone. - Olha Anica, não me trate assim, você nao sabe oque aconteceu comigo esses tempos, eu vim aqui na maior paz falar contigo e você me trata assim? - Não, não meu amor. Desculpe. É que aconteceram tantas coisas ultimamente, que eu pensei que você.. não queria mais me ver. - Sua maluquinha, não pense isso nunca mais. Eu tive que viajar pra ver meus pais, mais já estou de volta, de volta pra você. Eu realmente merecia ouvir isso, depois de ter sofrido tanto. Combinamos de sair, saímos umas mil vezes e eu estava me vendo, como uma pessoa totalmente apaixonada pelo Fê, aquele idiota da balada que eu nunca achei que teria nenhum futuro. Não era possível, que ela também fosse falso o tempo todo, e não sentisse aquilo que ele demonstrava sentir. A Gi vinha me visitar sempre em meus sonhos,vinha linda como sempre, um anjo. A Meliça parou mais com aquela vida de baladas e curtição, estava mais focada nos estudos, agente sempre discutia algo da faculdade, falando em faculdade.. eu estava no ultimo semestre, contando os dias pra acabar logo. Numa sexta-feira, chamei o Fê pra vim assistir um filme aqui em casa, eu estava com um filme otimo romântico aqui. Ele veio e trouxe um travesseiro enorme! - Pra quê esse troço inorme ai? - Eu não vivo sem o bido, pra onde eu vou, levo ele. É, o travesseiro enorme azul, tinha até nome, bido.. eu tinha que aguentar mais essa. Quando o Fê viu que o filme era romântico, deu um pulo do sofá.. - Filme romântico? Não, quero algo com mais emoção, cadê o filme de terror, aquele bem sangrento? - Nem em pensamento, vou assistir um filme desse Fê! Quando dei por mim, estávamos lá vendo o tal filme de terror, eu morta de medo e o Fê nem piscava. O filme acabou, quando eu vi estamos os dois, sozinhos.. um olhando pra cara do outro, com aquele friozinho que fazia e a chuva caindo lá fora, cenário perfeito pra qualquer coisa, inclusive.. Marcadores: Fim sem Fim
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Qual a razão, porque e quem.
Brasil. Apaixonada pela vida e pela família que tem. Ri de quase tudo, adora brigadeiro e suco de clorofila, odeia injustiça e gente chata. É diferente em todos os sentidos, colaboradora de um blog/site feminista e Auxiliar Administrativa. Já experimentou a faculdade de Psicologia, mas pretende mudar pra Publicidade. Fã do cantor de HipHop e R&B Chris Brown (e por isso o nome do blog ser Sweet Heart, pois é o nome de uma música dele), também apaixonada pela banda de reggae S.O.J.A e torcedora fanática do Flamengo. Baixinha, mas bem baixinha mesmo! Curte todos os tipos de som e leva música aonde quer que ela vá. Ama todos os seus amigos e curte estar com eles, seja pra sorrir ou pra chorar.
Perguntas? Aqui > http://ask.fm/PamelaImprotaOliveira
O blog foi criado para dar espaço as minhas ideias, pensamentos, acontecimentos únicos e exclusivos editados por mim. Tudo o que não for da minha autoria será devidamente creditado.
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Parte 8 : Se não fosse você
.. pegando um envelope. Eu me aproximei e contei pra ela, que a Gi tinha morrido.. ela começou a chorar e se desesperou. Por pura sorte ou talvez não, ela estava no mesmo hospital que tinha acontecido o fato, então ela poderia ir ver a Gi. Conversei com ela, contei tudo, detalhes e mais detalhes, e ela lamentou demais. Mais, oque poderia ser aquele envelope que ela tinha ido pegar? Minha curiosidade não se conteve e eu perguntei pra ela, oque era. Meio nervosa, ela disse, - Nada, nada demais. Exames de rotina, apenas isso. e eu não achei que ela estava falando a verdade. - Meliça, você nunca me escondeu nada.. e todos os probleminhas que passamos ja foram resolvidos, então pra quê mentir? Eu sei, que você não iria fazer exames sem que fosse algo serio. Ela, olhou pros lados e viu que não teria saída a não ser me contar. - Olhe Anica, o negocio é o seguinte.. eu, fiz um teste pra saber se eu estava com Aids.. mesmo sabendo que não, eu resolvi fazer, eu peguei muitos carinhas nas baladas, nunca se sabe. Eu aprovei a atitude dela, pois uma pessoa que pega todos, tem mesmo que ter uma pulga enorme atrás da orelha. Abrimos o exame juntas e estava lá o resultado, deu negativo, ainda bem! Meliça pulou de alegria e agiu como se não tivesse surpresa, mais na verdade ela estava mesmo era com um medo danado, de ter dado positivo. Saímos juntas do hospital, aquele lugar só me trazia más recordações. Mais dois meses se passaram, a dor da perda da minha amiga era grande demais ainda, pra que eu pudesse ter superado. A Meliça estava ao meu lado em alguns momentos, tentando tirar um pouco da minha tristeza. O Fê, tinha sumido.. eu sabia que isso não iria dar mesmo certo, estava perfeito demais.. ele me deixou, é. Quando eu pensava que tudo estava perdido, ele me ligou e, - Meu Deus! Que bom estar ouvindo a sua voz de novo.. eu nem sei explicar o tamanho da saudade que eu estava aqui, como você está? Preciso te ver. Eu não esperava todo esse amor assim, mais na verdade eu estava louca pra correr pra ele, mais tentei ser durona.. - Oi Fê. Você sumiu mesmo não é? É, também estou com saudades de você. Ele ficou calado no telefone. - Olha Anica, não me trate assim, você nao sabe oque aconteceu comigo esses tempos, eu vim aqui na maior paz falar contigo e você me trata assim? - Não, não meu amor. Desculpe. É que aconteceram tantas coisas ultimamente, que eu pensei que você.. não queria mais me ver. - Sua maluquinha, não pense isso nunca mais. Eu tive que viajar pra ver meus pais, mais já estou de volta, de volta pra você. Eu realmente merecia ouvir isso, depois de ter sofrido tanto. Combinamos de sair, saímos umas mil vezes e eu estava me vendo, como uma pessoa totalmente apaixonada pelo Fê, aquele idiota da balada que eu nunca achei que teria nenhum futuro. Não era possível, que ela também fosse falso o tempo todo, e não sentisse aquilo que ele demonstrava sentir. A Gi vinha me visitar sempre em meus sonhos,vinha linda como sempre, um anjo. A Meliça parou mais com aquela vida de baladas e curtição, estava mais focada nos estudos, agente sempre discutia algo da faculdade, falando em faculdade.. eu estava no ultimo semestre, contando os dias pra acabar logo. Numa sexta-feira, chamei o Fê pra vim assistir um filme aqui em casa, eu estava com um filme otimo romântico aqui. Ele veio e trouxe um travesseiro enorme! - Pra quê esse troço inorme ai? - Eu não vivo sem o bido, pra onde eu vou, levo ele. É, o travesseiro enorme azul, tinha até nome, bido.. eu tinha que aguentar mais essa. Quando o Fê viu que o filme era romântico, deu um pulo do sofá.. - Filme romântico? Não, quero algo com mais emoção, cadê o filme de terror, aquele bem sangrento? - Nem em pensamento, vou assistir um filme desse Fê! Quando dei por mim, estávamos lá vendo o tal filme de terror, eu morta de medo e o Fê nem piscava. O filme acabou, quando eu vi estamos os dois, sozinhos.. um olhando pra cara do outro, com aquele friozinho que fazia e a chuva caindo lá fora, cenário perfeito pra qualquer coisa, inclusive.. Marcadores: Fim sem Fim
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